No final de semana, no sábado, melhor dizendo, saiu uma matéria minha no
caderno de Cultura de Zero Hora, na qual conclamava
Tânia Rösing para o debate (dê uma olhada
aqui.)
Interessante: choveu telefonema, alguns acólitos de Tânia se manifestaram, outros, menos corajosos, denunciaram desmandos em Passo Fundo. Não posso saber, sei do que vejo.
E vejo que a senhora em questão não se manifestou. Nem o fará. Se ela pretendesse o suicídio, seria fácil: só pular de cima do ego dela.
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O mais legal de tudo, que merece aplauso, foi a Zero Hora ter aberto espaço pra discussão. Que, claro, existe. Uma atitude corajosa da Cláudia Laitano, editora-executiva do Segundo Caderno, e de Eduardo Veras, editor do Cultura. Sei que meu ponto de vista não reflete o ponto de vista do jornal, é evidente. Mas deram espaço e ouvidos.
Cansei de ouvir gente dizer que a mídia isso e aquilo, uma queixa só contra a imprensa. Trabalhei com eles, sei que se trata de gente séria, que está atenta ao debate e às idéias. Eles acataram a manifestação de uma representante da comunidade cultural local. Muito bacana.