As coisas me levam pra longe, sempre as coisas, embora a vontade seja a de ficar.
Hoje à noite, recebo, com muito orgulho, o troféu Amigo do Livro, da Câmara Rio-Grandense do Livro. É festa, motivo pra gente se alegrar. De alguma forma, levo toda a nossa gente comigo hoje. já que se comemora o Dia do Livro e do Direito Autoral.
Minha briga sempre foi pra que a gente não tivesse que dar de graça a única ooisa que a gente tem pra vender.
Beijos em vocês.
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Contrapontos são bons e necessários. Na última sexta-feira, o Ruy Carlos Ostermann me convidou para o Gaúcha Entrevista, da briosa Rádio Gaúcha, para falar sobre a nhenha da Jornada. Tudo em paz, com a participação, por telefone, do Luís Augusto Fischer e do Marcelo Carneiro da Cunha.
Mal saio do estúdio, e me telefona um amigo da Universidade de Passo Fundo, contando algumas coisas. A Tânia Rösing havia telefonado para rádio dizendo que o programa estava sendo gravado. Chegou a insinuar, segundo minha fonte (que pediu sigilo), que a RBS estava contra a Jornada, porque tem me dado voz.
Esse tipo de atitude, de Grande Irmão, só pude ver uma vez, há muitos anos atrás, ainda no tempo da ditadura. Havia censura explícita até de peça de teatro adolescente.
Volta a censura, e logo de quem não quer admitir o diálogo. Lembras da dona Solange, a censora? Reencarnou.
Boa, né?