Andei afastada por várias razões. Primeiro, porque não conseguia acessar a página, algo a ver com o servidor. Depois, porque o
Grêmio Náutico União, clube que fica nos fundos de minha casa, resolveu sediar um campeonato de natação --- com a locução e aparelhagem de som de discoteca. Como a quadra toda é uma caixa de ressonância, não havia alternativa. Ou havia, sim: tentar fazer meus direitos de cidadã, apelando pras autoridades.
As tais das autoridades se revelaram um fiasco, aiaiai. Que eu encaminhasse, protocolasse, telefonasse, me dirigisse.
E o baile rolando.
Tentei avisar para o prefeito
Fogaça, novinho que é, que tá tudo uma esbórnia. No gabinete prefeitural, uma senhora de nome comprido (algo a ver com Marisa, mas cheio de mais letras), me barrou no baile, tentando me passar para outra repartição.
Fiquei furibunda.
Quem já passou por isso sabe. Trabalhar em casa tem dessas.
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Na semana que está terminando, um monte de coisas. Comecei a ler a obra completa do Quintana (serão lançados os 3 primeiros livros dele) e achei bem bom. Edição da Globo, fixado por Tânia Carvalhal.
Também ganhei um troféu da Câmara Rio-Grandense do Livro. Sou amiga do livro, foi bonita a festa, pá.
E juro seguir na luta.
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Para o pessoal da minha tribo, um feliz Pessach. Nossa Páscoa, a festa da passagem, na qual lembramos que fomos escravos no Egito. Não que tenhamos nos esquecido. Mas é que muita gente anda escravo por opção, e tem de ser lembrado.
Chag sameach!