Depois de me sacudir de risadas com o final do relato sobre a Bienal que a
Ivana Arruda Leite fez, nada mais me resta, execeto apreciar o final da tarde de outono. Um ar fino, puro, transparente, ar de flutuar dentro dele mesmo, de se esbaldar dentro de uma luminosidade dourada e fria. Que outonos, os nossos!
Ainda com relação à Bienal, devo dizer que nossa mesa-redonda, a Ivana e eu, foi o mais puro desfrute. E o que fizeram foi genial: puseram o Fernando Molica, autor de
Notícias do Mirandão, de mediador. Um jornalista perfeito, com um senso de humor pra lá de refinado, que conhece o assunto e que não fica se fazendo com os autores. Foi um debate divertidíssimo, sobre traição, que nada teve de inconfidências de alcova. Mesmo porque não tenho nada de excepcional para contar neste sentido.
No estande da
Record, a gente fez QG. Ponto certo de encontro de editados da casa e de gente de fora.
No final do domingo, o
Luiz Ruffato, que vai autografar na quarta-feira seus
Mamma, son tanto felice e
O mundo inimigo, às 20h, na Casa de Cultura Mario Quintana, lançou o
+ 30 mulheres que estão fazendo a atual literatura brasileira, volume por ele preparado dentro do maior clima de generosidade. Para gáudio e prazer, a
Paula Taitelbaum, que integra a coletânea, estava por lá.
A novidade ficou por conta do
Erik Marmo, ator global, um bonitinho, que leu dois contos no maior clima profi. Fui obrigada a dizer pra ele que ele não era só bonitinho: ele é, também, bom de cena.
Mandou bem.
E vam que vam. Fim de semana na porta. E há que escrever.
(Ah, e ainda na quarta, estarei, às 19h, junto com o
Claudiney Ferreira, entrevistando o mesmo Ruffato para mais uma edição do
Jogo de Idéias, do
Itaú Cultural. A gravação é aberta ao público.)