De volta da Bienal, com direito a gripão, que me aplastou na cama, nada me impede de ainda curtir o prazer de participar de um evento muito bacana, muito organizado e, melhor do que tudo, prestigiado por um público que lotava os corredores do Riocentro. Do peru, mesmo. Vou contando detalhezinhos. Mas quem quer se divertir a valer, não deixe de ler o blog da Ivana Arruda Leite. o
Doidivana. Tá imperdível.
Civilidade
Não que nossa Feira do Livro de Porto Alegre fique a dever em briho e organização. Ao contrário da nossa Feira (à qual TODOS OS AUTORES com quem conversei querem vir), que é realizada a céu aberto, a Bienal do Livro se concentra em pavilhões do Riocentro. Para chegar lá, uma hora em quatro rodas, se o trânsito ajudar. A bordo de carros chiquetésimos, com ar condicionado, motorista multilíngüe e balinhas pra distrair.
Antes, na chegada ao aeroporto, os moços esperavam a gente com aquelas plaquinhas com o nome escrito. Pequeno mico, ultrapassável não sem algum constrangimento. Fomos, Luiz Paulo e eu, com a Martha Medeiros no mesmo vôo da Varig, que ainda voa. Saí do desembarque e lá estava o moço com seu instrumento de trabalho.
Pedi pro moço da plaquinha esconder a dita. E saímos os três ao calor diabólico de um Rio de Janeiro nas chamas dos trópicos. Num carrão. Me senti a Susan Sontag.
Rumo ao Sofitel.
Ah, o Sofitel.
Depois eu sigo. Tenho de espirrar, tossir, botar termômetro e rezar por recuperação.