Já tinha falado que o Marcelino Freire esteve aqui em Porto Alegre. Ele, que foi confundido com um cacique xavante em Passo Fundo (genial, essa, com direito a foto e tudo o mais, inclusive errata), agora teve direito a mais uma confusão.
Luiz Paulo e eu acompanhamos o Marcelino até a RBS TV, lá no morro, onde ele ia dar entrevista. Ao chegar, eu disse para a Valéria, produtora do Estúdio 36, do Túlio Milman, talentoso entrevistador e rica criatura, que o Marcelino Freire tava lá, tudo em cima, taí teu entrevistado, guria. Ela, também uma rica e amorosa criatura, captou a informação e, dando de vista num papelzinho, informou que ele entrava no terceiro bloco. A gente tentou negociar: ele não podia entrar no segundo bloco, pelamor?
Ela, compreensiva, disse que ia tentar mudar a posição da entrevista. Em telefonema para alguém da mesa lá de cima, perguntou se podia mudar o frei de bloco.
A gente se olhou, se olhou, só nós três por ali, sinal nenhum de frei. Mas de que frei ela estava falando? Ela apontou, claro, o Marcelino. Que passou, dali por diante, a ser nosso frei.
Ele entrou no segundo bloco. O frei de verdade entrou no terceiro bloco.
Peçamos a bênção a São Marcelino, daqui por diante padroeiro dos negreiros, saravá.
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Ainda o Marcelino, que é bom trocar idéias quando vem alguém de fora. Ele comentou que tava a fim de tirar os comentários do blog dele, visitadíssimo, porque aquilo tava virando uma pocilga. De fato, no blog dele tem todo o tipo de baixaria, de autopromoção, de mensagem anônima e desaforada. Dá nojo.
O mesmo acontece aqui neste blog, que algum anônimo já chamou de meia-boca, além de me xingar e meter o pau por causa da arenga de Passo Fundo e porque não gosta do que eu escrevo. Blog não é pra isso, doença se trata com alguém competente. E a gente faz blog, não faz penico. Tô pensando seriamente na atitude despótica.
Serà que tiro os comentários?