Send As SMS
.comment-link {margin-left:.6em;}
     
   
 

Terça-feira, Julho 12, 2005

 
Chato, isso. Há várias pessoas envolvidas no mundo literário falando do artigo publicado na Veja desta semana, assinada pelo gaúcho Jerônimo Teixeira, sobre o Movimento Literatura Urgente, tocado por gente como Ademir Assunção e Marcelino Freire. Jerônimo baixa o pau, e deve ter lá suas razões.
Agora: dizer que para escrever um livro basta "papel e um lápis" é coisa de siderado. O Jerônimo já escreveu e já publicou, As horas podres, uma novela em que resolve acertar as contas com a cidadezinha em que nasceu. Sabe que é preciso mais, bastante mais, do que isso, de material escrevente. Muito embora ele seja contra o mecenato oficializado com as contas da naçaõ (ai, ai, ai), e como muita gente é contra, ele SABE que é necessário um plus a mais adicional e extra.
Não precisamos de malas de dinheiro, a grana é muito menor do que o alardeado (se pede mais para ganhar menos, já se sabe).
Numa coisa, que o Jerônimo não soube dizer direito, preferindo a frase com torções e duplos sentidos, e na qual ele acredita, há muuuuuuuita verdade: é preciso formar um público leitor. A gente tem que ter gente que consuma livros, que livros sejam vendidos, e que uns pilas pinguem na conta. Esse é o ideal. Mas quem conseguiu?
Ele cita a JK Rowling, do Harry Potter, "mais rica que a rainha da Inglaterra", como exemplo.
Não, guri, não é assim. Não dá pra ser assim.


Comentários:
Oi Cíntia,
já leu o bolg do Marcelino hj? o cara é muito bom e arrasa...vamos combinar que
"Jerônino,o matador" passou dos limites.
beijo,
Flávia
 
Oi, Flávia. Passou, sim, dos limites. Ô, porre!
beijo em ti, minha flor.
 
Oi, Flávia. Passou, sim, dos limites. Ô, porre!
beijo em ti, minha flor.
 
Postar um comentário

Links to this post:

Criar um link



<< Home

 

arquivos anteriores

This page is powered by Blogger. Isn't yours?

Design: Letícia Lampert