Hoje, terça-feira, 19 de julho, o escritor
Marcelino Freire autografa, em São Paulo, seu
Contos negreiros, livro que já vem ao mundo sob a marca da polêmica. Matéria da Veja desta semana, assinada por
Jerônimo Teixeira, é pouco elogiosa -- e desnecessariamente virulenta. Marcelino fez circular pela internet uma carta aberta a
Mário Sabino, editor-chefe da revista. Vale a pena ler a carta e os comentários no site do Marcelino, o
eraOdito.
Com relação ao fato de cair malhando um livro e um autor (seguidamente as duas coisas são uma só), deve-se prestar atenção. A resenha negativa depõe contra seu autor, na maioria das vezes, principalmente naquelas em que o resenhista demonstra truculência. Julgar a obra alheia é tarefa para a posteridade, para os que vêm depois, para as traças do tempo. Se o livro é realmente imprestável, será esquecido na primeira volta do relógio. Pelo menos a gente deveria manter a quota mínima de sanidade. Sem ódio, por favor.
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Falando em ódio: mais um abominável pintou por aqui e deixou um comentário mal-educado. Mas muuuuuuuuuito mal-educado mesmo. Com erros primários de flexão verbal.
Por que nem para xingar dá pra respeitar o pobre do português?
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Hoje a CPI dá mais frutos podres.
Quem ainda acredita?