Luiz Paulo Faccioli, o maridão, acaba de dar a notícia: o vencedor do Prêmio Zaffari & Bourbon deste ano foi
Budapeste, do Chico Buarque. O livro é, de fato, maravilhoso: sou fã de carteirinha do moço e acho que esta obra dá de dez nas outras que ele escreveu.
Como os finalistas eram todos de altíssimo naipe, louve-se a premiação, que deve ter sido pautada por critérios de gosto pessoal: tecnicamente, todos, ou maioria deles, estavam em
nível técnico muito semelhante.
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Neste ano, houve auditoria do prêmio e a composição do júri foi informada com claridade e agilidade. Espera-se Chico Buarque em Passo Fundo, para receber o cheque de 100 mil, descontados 35 mil de imposto de renda.
Tomara que todos os participantes da Jornada comprem o livro e leiam. Aliás, que todos os participantes da Jornada comprem TODOS os livros finalistas e leiam.
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Ponto a ponderar: será que o prêmio não deveria incluir outros gêneros além do romance?