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Terça-feira, Agosto 16, 2005

 

Portugal Telecom

No meio da tarde, telefona o Fabrício Carpinejar, avisando que saiu a lista com os 20 finalistas ao Prêmio Portugal Telecom de Literatura. Tá lá o Fabro, tô lá eu. Mais uma porção de gente boa, o que já é a melhor notícia que alguém podia ter. No dia 30 de agosto, o Júri Nacional se reunirá para escolher os dez finalistas. Até lá, a torcida é grande.
Vamos à lista:
1. Aberto está o inferno, de Antonio Carlos Vianna
2. A ira das águas, de Edla Van Steen
3. Arara bêbada, de Dalton Trevisan
4. Arquitetura do arco-íris, de Cíntia Moscovich
5. Cara e coroa, carinho e carão, de Glauco Mattoso
6. Cinco Marias, de Fabrício Carpinejar
7. Herdando uma biblioteca, de Miguel Sanches Neto
8. Lorde, de João Gilberto Noll
9. O falso mentiroso, de Silviano Santiago
10. O fotógrafo, de Cristóvão Tezza
11. O livro de Zenóbia, de Maria Esther Maciel
12. O silêncio do delator, de José Nêumanne Pinto
13. Mistérios de Porto Alegre, de Moacyr Scliar
14. Paraísos artificiais, de Paulo Henriques Britto
15. Plenilúnio, de Lêdo Ivo 16.
16. Poemas rupestres, de Manoel de Barros
17. Rua do mundo, de Eucanaã Ferraz
18. Sob o peso das sombras, de Francisco J. C. Dantas
19. Vista do rio, de Rodrigo Lacerda
20. Vozes do deserto, de Nélida Piñon




Comentários:
Parabéns pela indicação! Maravilha!
 
Cíntia, querida!!!!
fiquei muito orgulhosa com a indicação tua e do Fabro.
Maravilha!!!torço por vcs.
super beijo,
Flávia
 
Denise, Flávia,
muito obrigada por passarem por aqui e pela torcida. A gente fica na torcida, idem. Vam que vam.Beijos!
 
Ah! como gostei de sua visita, eu sou freguesa do seu blog faz tempo. Já te li brigando, já te li festejando, de tudo que é jeito. Tento sempre ler mais do que o escrito. E eis que Jabuti e Telecom espargem teu nome. Tem minha torcida!

um beijo e carinho
 
Cíntia, não sei se aqui é o melhor lugar para comentar isso, mas o impressionante é como o Dalton Trevisan é meio recorrente nessa seleção (ano passado ele não ganhou?) sendo considerado repetitivo e decaído atualmente pela crítica brasileira...
 
escrever é entregar a própria carne (toda roída). parabéns
 
Oi, Amadeus. O Dalton ganhou no ano retrasado, ou muito me engano. O fato é que ele é dos bons, dos maiores, contistas brasileiros. Não se pode dar as costas a um autor como ele, se a questão é valor. Se ele lençou um livro no período beneficiado pelo concurso, acertam os jurados ao incluí-lo. Depois, tem outra: não é maravilhoso estar numa lista em que ele figure? E se ele ganhar, será que ele vai lá receber o prêmio?
Um beijo pra ti. Adoro teu nome, Amadeus. Adoro Mozart, também. Obrigada por aparecer aqui.
 
Estou na torcida.
 
Ainda não escrevi sobre isso, mas acho que o Portugal Telecom seria melhor se separesse as categorias contos/crônicas, poesia e romance. Como comparar seu livro com o livro do Carpinejar por exemplo? Se eu fosse jurado, sinceramente, não conseguiria fazer uma escolha sem sentir que estou prejudicando outro belo trabalho.
 
Cíntia, querida, meu beijo e minha maior torcida! Você merece isso e muito mais.
 
Oi, Mário Cézar, Cassionei, Andréa e Ivana: legal vocês passarem por aqui e deixarem o carinho da torcida. Fico toda emocionada, mesmo sabendo que o páreo é difícil e que as chances são deste tamanhinho. Mas só estar na lista é um baita dum estímulo.
 
Oi, Leandro. Pois é. O Portugal Telecom seleciona o melhor livro, e com isso não discrimina entre gêneros. Por outro lado, o Jabuti une contos e crônicas na mesma categoria, enquanto que o Zaffari & Bourbon escolhe somente romances. Ainda acho que maior equívoco comete o último, da Jornada, porque simplesmente vira as costas para outros gêneros. Os dois citados apontam no sentido de não discriminar.
 
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