A criatividade não tem limites. Isso eu aprendi trabalhando na redação de Zero Hora. Sentada justamente atrás do Carlos André, do lado do Pêssego, de frente para a Bete, ladeada, também atrás, pela Patricia e pela Larissa, tendo o Renato na outra ponta, aprendi que título bom se achava em grupo. Grupo exausto, alguém precisando de um título "bom". Cada um berrava uma coisa. O melhor vencia. E o melhor era, justamente, o mais infame. Uma diversão.
Eles continuam se divertindo. A respeito da tradução para o alemão, da qual já falei aqui, e a respeito da minha participação na Copa da Cultura em Berlim, Roger Lerina, que assina a Contracapa, colocou uma nota muito simpática intitulada
Berlimvich (trocadilho de Moscovich, que quer dizer filho de Moscou, com filho de Berlim. Tá, a gente não explica. Mas achei bem sofisticado...)
O Carlos André Moreira, por seu turno, colocou um post muito legal no blog de livros do site da Zero Hora. O título:
Alles mão.
Mas é cada uma que me aparece...
Olhadinha nos dois textos? Clique
aqui